Uma Carta de Esperança

"Menino de 14 anos morre com um tiro na cabeça..."

Notícias assim nós não queremos ler nem ver, mas é a realidade que nos rodeia como um "leão, rugindo ao redor da presa". Devemos ficar atentos, penosos e contritos por tudo que aconteceu com a familia dessa criança que teve a fatalidade de morrer com um tiro vindo de uma arma a apontada em sua direção, disparada e atingida na cabeça, atravessando a nuca que estava protegida com o capacete e este sendo perfurado.

Fato este que nos deixa em reflexão!

Como estará esta familia que perde um ente querido de 14 anos apenas? Desolados, acabados psicologicamente sem estrutura nenhuma para qualquer sentimento de misericórdia...

Mas é onde a igreja, os cristãos, nós que estamos do "lado de fora" aparecemos!

Devemos acima de tudo pedir clemencia a Deus, misericórdia por esse policial que teve a infelicidade de estar no momento errado e fazendo uma coisa sem pensar nas consequencias. A verdade é essa: nós vivemos rodeados de consequências dos nossos atos e são esses atos que contam na hora de falar de um caso desse à luz da Palavra de Deus.

Ninguém quer que nada aconteça a ninguém perto de você, um ente querido, um filho, mas quando acontece, a realidade muda, então de um simples observador eu me torno um co-participante do acontecimento. O que eu quero dizer é que eu saio de um simples juiz expectador e viro um sofredor que clama a presença de Deus.

Mas eu não falo somente sobre o caso fatal ocorrido, cuja familia está com peso no coração, mas com Deus presente e consolando, porque eu CREIO que NADA acontece POR ACASO. Essa família sofre, os pais sofrem e nós ficamos sim indignados com as nossas instituições.

É aí onde eu queria chegar: NOSSAS INSTITUIÇÕES


“Em primeiro lugar peço que sejam feitos orações, pedidos, súplicas e ações de graças a Deus em favor de todas as pessoas. Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros." (1 Tm 2.1,2)
 

Irmãos,
Essa família passa por um sofrimento interminável, mas esse policial, também está sofrendo, ele não é um assassino, não matou o menino porque ele quiz, foi uma fatalidade e infelicidade dele, dentro do que ele passou durante esses tres meses, na policia, como ele poderia manusear uma arma, e como uma instituição não cuida sim do preparo de pessoas que vão lidar com outras pessoas? Até se ele fosse um marginal, Deus teria compaixão por ele, no arrependimento.

Eu não falo pela familia, não falo pelo policial, que também tem familia, mas eu falo apenas por mim, como uma cristã que ora pelo restabelecimento dessas familias e que através da Palavra de Deus, é aonde nós todos devemos nos confortar e consolar nossos irmãos.


"Senhor, quero levantar uma bandeira de solidariedade para nós mesmo, nos confortando e lembrando que Deus é maior e orar clamando ao Nosso Senhor Jesus Cristo que tenha piedade de nossos atos, que o Espirito Santo nos guie livrando-nos do maligno que está solto pelo mundo e pedindo a proteção de Deus, em nossos passos. Sabendo que o amanhã a Deus pertence e sempre estarmos prontos e esperançosos, sabendo que todas essas iniquidades vão acabar, com a volta de Jesus. Amados, lembremos dos nossos filhos e filhas, pois nossa herança são eles! Só tua Misericódia pode nos salvar!
Amém"

Devemos sempre fazer a vontade do Pai, pois Ele tem um propósito de vida e nós temos um trabalho a cumprir, pois o desejo do Senhor é que homens e mulheres sejam salvos. Ele ordenou pra que isso se cumprisse através da mensagem do evangelho, as Boas Novas que tem sido entregue para nós, afim de passar para todas as nações que a nossa salvação está em Cristo Jesus!"


Paz e Graça a Todos,
Márcia Morais



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